Neste mesmo dia, forças bolivianas eliminaram o líder revolucionário de extrema-esquerda matador de gays e religiosos Che Guevara

Neste dia, em 1967, o líder revolucionário de extrema-esquerda e assassino Che Guevara foi morto por forças bolivianas apoiadas pelos militares dos EUA, liderados pela CIA. Che Guevara era homofóbico, racista, assassino em massa e esteve disposto a usar qualquer meio para atingir sua autodeclarada sociedade superior.

O revolucionário Ernesto “Che” Guevara, nascido na Argentina em 1928, ganhou destaque internacional como um dos principais líderes da Revolução Cubana de 1959, que derrubou Fulgencio Batista, apoiado pelos EUA.

Tanto Guevara quanto Castro consideravam a homossexualidade uma decadência burguesa. Em uma entrevista em 1965, Castro explicou que “Um desvio dessa natureza colide com o conceito que temos do que um comunista militante deveria ser”.

EUA atingiram “barco de drogas” na Venezuela e prometem ataque terrestre!

Forças americanas atacaram outra embarcação supostamente transportando drogas ilegais na costa da Venezuela, de acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que pareceu ameaçar novas ações dentro do território venezuelano.

Falando na Estação Naval de Norfolk no domingo, ao lado do porta-aviões USS Harry S Truman, Trump elogiou os esforços da Marinha para combater o que ele chamou de “terroristas de cartéis”, observando que outra embarcação havia sido atingida no sábado.

“Nas últimas semanas, a Marinha tem apoiado nossa missão de acabar com os terroristas do cartel… fizemos outra ontem à noite. Agora simplesmente não conseguimos encontrar nenhum”, disse Trump.

Embora o presidente tenha se referido ao ataque de sábado, não está claro se ele realmente se referia ao ataque de sexta-feira ou a outro.

“Eles não estão mais vindo pelo mar, então agora teremos que começar a procurar por terra porque eles serão forçados a ir por terra”, acrescentou ele em uma aparente ameaça de atacar a Venezuela.

Enquanto isso, a Rússia condenou os ataques dos EUA a um barco que supostamente transportava drogas ilegais na costa da Venezuela, que matou quatro pessoas na sexta-feira, e alertou sobre uma possível escalada em toda a região do Caribe.

Ex-guerrilheiro Gustavo Petro critica Pete Hegseth e alerta: “Vocês querem nos assediar para conseguir petróleo de graça!”

O presidente colombiano, Gustavo Petro, criticou duramente o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, pelo último ataque do país a um navio na costa venezuelana na sexta-feira.

Em uma publicação nas redes sociais, Petro respondeu ao anúncio do ataque feito por Hegseth, no qual ele alegou que os EUA haviam realizado um “ataque letal e cinético contra um navio de narcotráfico”.

“Não, Sr. Secretário de Guerra, os jovens que estão nesses barcos não são narcoterroristas, são jovens pobres das ilhas caribenhas tentando sobreviver. Ao bombardeá-los com mísseis como em Gaza, o senhor está assassinando o povo caribenho”, disse Petro.

Ele continuou afirmando que o que o governo Trump realmente quer é “o petróleo da Venezuela e da Guiana, só isso”.

“O uso de mísseis antieconômicos e assassinos tem outro objetivo. Vocês querem nos assediar para obter petróleo de graça”, acrescentou Petro.

Hegseth não respondeu à publicação de Petro. Na sexta-feira, ele detalhou que quatro pessoas morreram no ataque, realizado “próximo à costa da Venezuela, enquanto o navio transportava quantidades substanciais de narcóticos — com destino à América para envenenar nosso povo”.

“Nossa inteligência, sem sombra de dúvida, confirmou que este navio traficava narcóticos, que as pessoas a bordo eram narcoterroristas e que operavam em uma rota de trânsito conhecida pelo narcotráfico. Esses ataques continuarão até que os ataques ao povo americano acabem!!!!”, concluiu Hegseth.

URGENTE!! FBI e Paraguai estabelecem base contra o Hezbollah na Tríplice Fronteira com foco no Brasil!

O Paraguai estabelecerá um núcleo antiterrorismo, com agentes capacitados pelo FBI (Federal Bureau of Investigation, dos Estados Unidos) para reunir dados de inteligência voltados ao combate do Hezbollah na região da Tríplice Fronteira, que abrange Brasil, Argentina e Paraguai.

Em entrevista exclusiva à CNN, o ministro do Interior paraguaio, Enrique Riera, confirmou a iniciativa. Ele informou que a unidade será sediada em Assunção, contando com 15 policiais treinados pelo FBI e uma base operacional no lado paraguaio da Tríplice Fronteira.

“O Paraguai criará um centro antiterrorismo com suporte do FBI. Declaramos o Hezbollah como uma organização terrorista, incluindo não apenas seus membros armados, mas todos os afiliados ao grupo”, destacou Riera, enfatizando a colaboração próxima com os Estados Unidos no enfrentamento ao terrorismo.

Em maio, o governo de Donald Trump ofereceu uma recompensa de até 10 milhões de dólares por informações que ajudem a desmantelar as redes financeiras do Hezbollah na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, visando interromper os fluxos financeiros da organização.

De acordo com Riera, o centro também combaterá o crime organizado. “Terrorismo e crime organizado estão interligados, com um sustentando o outro”, afirmou.

Os agentes paraguaios também estão sendo capacitados por forças do Chile (Carabineros) e da polícia colombiana.

Riera mencionou ainda que haverá maior cooperação com o ministro da Justiça do Brasil, Ricardo Lewandowski, e com a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, em relação à Tríplice Fronteira.

Durante a última reunião ministerial do Mercosul sobre segurança, realizada em maio, representantes dos três países assinaram um acordo de cooperação policial e renovaram o Comando Tripartite da Tríplice Fronteira, mecanismo estabelecido em 1996 para promover ações conjuntas de segurança.

O Comando Tripartite opera por meio dos Núcleos de Inteligência Policial e Operações de Fronteira, compostos por policiais federais e nacionais do Brasil, Argentina e Paraguai.

O acordo estabelece o compartilhamento de informações entre os países, com garantia de sigilo dos dados trocados, e inclui uma estratégia antiterrorismo, sem citar diretamente nenhuma organização específica.

No Brasil, segundo fontes do Ministério da Justiça e da Polícia Federal, o centro de inteligência está localizado em Foz do Iguaçu (PR), sob coordenação da PF, que, com a renovação do acordo tripartite, compartilhará informações com Argentina e Paraguai sobre o crime organizado.

Os principais alvos, conforme investigadores, incluem o combate a facções criminosas, a lavagem de dinheiro e o terrorismo. A renovação do acordo em maio foi motivada pela percepção de que o crime organizado evoluiu e agora opera em escala transnacional.

#Antiterrorismo #TrípliceFronteira #Hezbollah #FBI #Paraguai #Brasil #Argentina #CentroAntiterrorista #CrimeOrganizado #CooperaçãoPolicial #ComandoTripartite #InteligênciaPolicial #LavagemDeDinheiro #Mercosul #SegurançaRegional #ÁreaMilitar #2025

Argentina apresenta F-16 “não aeronavegável” para fins de treinamento

A chamada 25ª unidade F-16 de um lote de 24 caças de segunda mão construídos nos EUA comprados da Dinamarca foi revelada esta semana na Base Aérea Argentina de Tail.

Esta aeronave F-16 Fighting Falcon em particular não é aeronavegável e servirá apenas para fins de treinamento no Centro de Instrução Terrestre, foi explicado durante a cerimônia presidida pelo Ministro da Defesa Luis Petri, que insistiu que esta aquisição representava “soberania” e “paz”.

Ter uma aeronave permanentemente no solo para treinamento evitará ter que usar uma das outras 24 aeronaves que chegarão nos próximos anos, que terão capacidade operacional total e, portanto, podem estar sempre em serviço, foi explicado. A 25ª aeronave de dois assentos foi adquirida a um custo de AR$ 100 milhões (cerca de US$ 94.000).

Petri destacou o comprometimento do governo libertário do presidente Javier Milei em fortalecer as Forças Armadas e criticou as administrações passadas por enfraquecê-las. A Força Aérea Argentina não teve nenhuma aeronave supersônica desde que eliminou os Dassault Mirage IIIs restantes construídos na França há uma década. Os 24 F-16s comprados da Dinamarca devem chegar ao país em algum momento deste ano.

“Essa coisa que tenho nas costas, que estamos apresentando e que vai ser acompanhada por mais 24 aeronaves, se pudesse ser definida em uma palavra, seria ‘soberania’. Mas, se tivéssemos que escolher outra palavra para definir esse momento histórico, seria ‘paz’. Recuperamos nosso lugar entre as nações que entendem que a soberania se defende com determinação, com decisão política e com o comprometimento das Forças”, disse Petri. “Com a convicção do presidente Javier Milei viramos essa triste página e podemos dizer que o abandono e a negligência chegaram ao fim”, acrescentou.

Ministro do STF Roberto Barroso recebe autoridade da Organização OEA que investiga denúncias sobre violação dos direitos humanos

Luís Roberto Barroso, atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu nesta segunda-feira, 10 de fevereiro, o relator relator especial para liberdade de expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), o colombiano Pedro Vaca Villarreal.

A CIDH é vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), e o relator especial, que atua como advogado, encontrou-se com Barroso na sede do STF às 17h, segundo consta na agenda oficial do ministro.

A autoridade foi encarregada a coletar depoimentos e pareceres possivelmente relacionadas às denúncias de violação dos direitos humanos e da democracia feitas por parlamentares brasileiros nos EUA.

Segundo matéria da Gazeta do Povo, a autoridade da OAE deve ainda se reunir com parlamentares da direita, entidades de jornalistas e a sociedade civil.

Javier Milei anuncia a possível saída da Argentina da Organização Mundial da Saúde (OMS) por graves condutas na pandemia

O governo argentino liderado por Javier Milei anunciou que planeja sair da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Um porta-voz do presidente Milei disse que a decisão de sair da OMS foi motivada por “profundas diferenças em relação à gestão da saúde, especialmente durante a pandemia [de Covid-19]”.

O anúncio ocorre pouco mais de duas semanas após o presidente dos EUA, Donald Trump, assinar uma ordem executiva para iniciar o processo de retirada do organismo internacional de saúde.

Os dois líderes expressaram admiração um pelo outro, com Milei chamando a reeleição de Trump de “o maior retorno político da história”, enquanto o presidente dos EUA descreveu seu colega argentino como “meu presidente favorito”.

A decisão do presidente Milei de retirar seu país da OMS segue os mesmos argumentos que sustentaram a saída dos Estados Unidos. Ambos citaram a resposta à pandemia de Covid-19, que resultou em um longo bloqueio imposto na Argentina, bem como preocupações com a influência chinesa no órgão global de saúde.

A diferença é o impacto que isso provavelmente terá na própria OMS.
Os EUA são de longe o maior contribuinte individual para o órgão da ONU, investindo cerca de US$ 950 milhões (£ 760 milhões) em 2024, quase 15% do orçamento total. A retirada dos EUA colocará algumas questões financeiras difíceis.

A Argentina, por outro lado, contribui com aproximadamente $8 milhões por ano.

URGENTE!! Trump assina ordem de retaliação contra a Colômbia que envolve sanções econômicas, diplomáticas e de exportação

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse minutos atrás que imporia fortes medidas de retaliação à Colômbia, incluindo tarifas, sanções e proibições de viagens depois que o país sul-americano recusou duas aeronaves militares dos EUA com migrantes sendo deportados como parte da repressão à imigração ILEGAL de Trump.

Trump disse que a ação do presidente colombiano Gustavo Petro colocou em risco a segurança nacional dos EUA e orientou seu governo a tomar medidas de retaliação.

Essas sanções incluem a imposição de tarifas de emergência de 25% sobre todas as mercadorias colombianas que chegam aos Estados Unidos, que subirão para 50% em uma semana; uma proibição de viagens e revogações de visto para funcionários do governo colombiano e seus aliados; imposição total do Tesouro de emergência, sanções bancárias e financeiras e inspeções aprimoradas de fronteira de cidadãos colombianos.

“Essas medidas são apenas o começo”, escreveu Trump no Truth Social. “Não permitiremos que o governo colombiano viole suas obrigações legais em relação à aceitação e retorno dos criminosos que eles forçaram aos Estados Unidos!”.

Gustavo Petro é um criminoso terrorista que virou Presidente da Colômbia

Aos 17 anos, Gustavo Petro entrou no grupo de extrema-esquerda guerrilheiro M-19 e sua participação no grupo marca toda a sua carreira política. Foi preso em 1985 por posse ilegal de armas, cumprindo pena de 18 meses na cadeia.

Por estar preso, Petro não participou de um dos ataques mais marcantes da história do M-19. Nos dias 6 e 7 de novembro de 1985, o grupo invadiu o Palácio da Justiça e fez mais de 300 pessoas reféns.

A tomada durou 28 horas e terminou em um confronto com o exército. A ação deixou mais de 100 mortos, entre ele o presidente da Suprema Corte, Alfonso Reyes Echandía.

Em paralelo a sua atuação na guerrilha, Petro se formou em Economia na Universidade Externado, em Bogotá. 

O grupo guerrilheiro se transformou em um partido político de extrema-esquerda em 1990, se tornando a Aliança Democrática M-19. Petro foi um dos fundadores.

A recusa da Colômbia e do México

A recusa da Colômbia em aceitar os voos é o segundo caso de uma nação latino-americana recusando voos de deportação militar dos EUA.

Petro condenou a prática, sugerindo que tratava os migrantes como criminosos. Em um post na plataforma de mídia social X, Petro disse que a Colômbia receberia migrantes deportados em aviões civis, dizendo que eles deveriam ser tratados com dignidade e respeito.

A decisão da Colômbia segue uma do México, que também recusou um pedido na semana passada para deixar uma aeronave militar dos EUA pousar com migrantes.

Venezuela cruza e fecha fronteira com o Brasil para Exercícios Militares – O que está acontecendo?

Passou a circular nas redes sociais diversos blindados e veículos militares das forças venezuelanas se concentrando nas fronteiras norte do Brasil com a Venezuela.

Alarmistas nas redes sociais creditaram o movimento como provocação e tentativa de invadir o Brasil, questionando ainda o governo federal de Lula a tomar providências para desarticular uma suposta tentativa de agressão.

No entanto, trata-se de uma mobilização militar das Forças Bolivarianas do ditador Nicolás Maduro para início da Operação “Escudo Bolivariano” que deve acontecer em todo o território venezuelano.

Trata-se do segundo bloqueio realizado pelo Ditador Nicolás Maduro, sendo o primeiro em 10 de janeiro, dia da cerimônia de posse para o seu terceiro e ilegítimo mandato ao cargo de presidente.

Cerca de 150 mil militares e policiais participam, a partir desta quarta-feira, 22 de janeiro, de exercícios convocados pelo ditador. A mobilização, que ocorrerá entre esta quarta e amanhã, coincide com uma escalada da violência na Colômbia que deixou milhares de deslocados.

O presidente afirmou que os exercícios buscam “garantir o respeito à Venezuela por parte de grupos que geram violência, de terroristas armados da Colômbia (…) e de todas as pessoas que ameaçam e tentam atacar a Venezuela”.

Maduro liderou a mobilização de tropas durante um evento com a presença de “7.267 combatentes leais, socialistas, anti-imperialistas e profundamente chavistas” em Fuerte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela.

Exército do Brasil deve enviar 8 mil militares na fronteira com a Venezuela – O que está acontecendo?

Logo após a posse do ditador venezuelano Nicolás Maduro, em 10 de janeiro, a Venezuela fechou totalmente sua fronteira com o Brasil, marcando mais uma nova rodada da crise entre os vizinhos na América do Sul.

Porém, o que estava ruim agora deve piorar. O Exército Brasileiro, em conjunto com a Marinha e Força Aérea, deve deslocar até 8 mil militares para a fronteira venezuelana nos próximos meses, forçando na instabilidade da relação entre os dois países com a adição das tropas da maior Força Terrestre da América Latina.

Mas o que está acontecendo?

As Forças Armadas Brasileiras já definiram para o primeiro semestre deste ano o seu maior exercício militar que deve ocorrer próximo à fronteira com a Venezuela.

Trata-se da Operação Atlas, batizada internamente pelas Forças Armadas Brasileira que visa deslocar um contingente assegurado de ao menos 8 mil miltiares, veículos blindados e não blindados.

Um dos objetivos da ação é justamente treinar suas tropas para o caso de haver uma nova escalada de tensão com o regime de Nicolás Maduro.

Há mais de um ano, a região permaneceu em alta tensão após o Ditador Maduro contestar a soberania da região de Essequibo, pertencente oficialmente à Guiana.

O Ditador Nicolás Maduro e o presidente guianense, Irfaan Ali, encontraram-se em 14 de dezembro de 2023 em São vicente e Granadinas para arrefecer as tensões e chegarem a um acordo.

O ato de Maduro ter diminuído sua retórica sobre invadir a região de Essequibo, na Guiana, não assegurou a estabilidade da região, uma pauta defendida pelos militares brasileiras que temem nova instabilidade.

Isso porque, segundo militares do alto comando ouvidos pela CNN em 15 de janeiro, o rumo do país vizinho e em especial a estratégia militar é liderada pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, e pelos militares venezuelanos de alta patente que, na prática, sustentam Nicolás Maduro no poder, isso significaria dizer que deve fazer de tudo para perpetuar o regime ditatorial.

O fechamento da fronteira venezuelana com o Brasil já cria em si um ambiente de preocupação e desconfiança entre as partes. Agora, a crise diplomática existente e a futura presença de tropas brasileira na fronteira venezuelana reascende dúvidas antigas por parte de Maduro com a posição do Brasil no cenário sul-americano e as “boas relações” do passado com o presidente Lula.

Treinar as tropas no olho da tempestade venezuelana é necessária. A Venezuela fica posicionada na região norte do Brasil, onde ocorrerá a COP30 na capital Belém, no Pará, em novembro de 2025.

O principal ambiente operacional será Roraima, estado brasileiro que faz fronteira direta com a Venezuela. A Operação Atlas prevê, além do treinamento em si, que deve durar cerca de 15 dias, desenvolver a capacidade militar brasileira de logística e transporte em uma região de difícil acesso.

A Operação Atlas é vista nas Forças como uma espécie de expansão da Operação Perseu, realizada neste ano pela Força Terrestre no vale do Paraíba e que contou com ampla mobilização do Exército.

No entanto, a ideia do Ministério da Defesa é de que, ao contrário da Perseu, a Operação Atlas seja feita com presença maciça das três Forças: Exército, Marinha e Aeronáutica.