Militares russos denunciam que sistemas de defesa aérea russos S-400 provavelmente destinados à Ucrânia estão “presos” na Síria

Fontes não oficiais dizem que quatro lançadores eretores de transporte de defesa aérea (TELs) russos S-400 foram movidos para o porto sírio de Tartus, aparentemente aguardando evacuação.

três locais de sistemas S-400 aguardando transferência.

Os quatro TELs são provavelmente da remessa de seis sistemas S-400 que foram entregues para proteger a Base Aérea de Khmeimim no sul da Síria há vários anos. Se for assim, sua retirada indica que, em vez de reter o equipamento no país, a Rússia está reposicionando-o dentro da região ou em outro lugar.

Embora Khmeimim ainda permaneça sob controle russo, parece que a Rússia está retirando e reposicionando quantidades significativas de seu armamento, incluindo “ativos estratégicos” após a queda do regime de Bashar al-Assad.

Imagens de satélite recentes mostram colunas de equipamentos se estendendo por mais de um quilômetro ao longo do cais de Tartus, enquanto navios russos, incluindo o Sparta e a fragata Admiral Grigorovich, aguardam no mar, já que Moscou ainda precisa receber permissão da nova liderança síria para entrar no porto e começar a carregar o equipamento.

Comentaristas militares dizem que, apesar dos rumores de que a Rússia planeja transferir recursos militares para a Líbia para fortalecer a presença militar russa em apoio à intensificação dos combates entre as forças apoiadas por Moscou e os grupos apoiados pelo Ocidente, o destino mais provável dos S-400 é a Ucrânia para compensar suas perdas na defesa aérea.

Os TELs são um componente crucial do sistema de defesa aérea S-400 Triumf altamente flexível e móvel. Eles são usados ​​para transportar, posicionar e lançar uma variedade de mísseis de defesa aérea guiados por radar ativos e semiativos, capazes de engajar aeronaves, mísseis de cruzeiro ou balísticos.

Cada unidade TEL carrega um conjunto de quatro recipientes de mísseis montados em um chassi de caminhão militar de serviço pesado, como o MAZ-543M ou BAZ-64022, e tem capacidades todo-terreno, permitindo que o TEL manobre em condições off-road. Isso permite que o sistema S-400 seja rapidamente redistribuído dependendo da situação tática ou estratégica.

URGENTE!! María Corina, líder da oposição contra o ditador Nicolás Maduro, sofre atentado e é sequestrada

O regime do ditador Nicolás Maduro sequestrou María Corina Machado. Ao todo, 17 motocicletas, drones e caminhões abriram fogo contra as motocicletas que a transportavam, abatendo os motociclistas, ferindo um deles e levando a maior líder da oposição.

A congressista republicana pela Flórida, María Elvira Salazar, que faz parte do círculo político íntimo de Donald Trump acaba de mandar um recado AMEAÇADOR para o ditador Nicolás Maduro:

“Se você atacar María Corina Machado, nós, os Estados Unidos, iremos atacar você!”.

Corina faz parte da liderança da oposição contra o ditador Maduro que deve tomar posse nesta sexta-feira, 10 de janeiro, após amplas evidências de fraudes e corrupção nas eleições do País.

María Corina fez a primeira aparição pública em cinco meses nesta quinta-feira, ao discursar para manifestantes na região de Chacao, nos arredores da capital venezuelana.

Alexandre de Moraes criticou a “inércia” da “Maior Força Terrestre” da América Latina após permitir acampamento de civis em QGs

Em 8 de janeiro, ocorreu um evento promovido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília em memória aos atos de vandalismos que ocorreram em 8 de janeiro de 2023.

No evento, que contou com a participação de diversas autoridades de alto escalão, estava presente o ministro do STF Alexandre de Moraes que, em tom crítico, manifestou-se sobre a omissão do Exército Brasileiro, a maior Força Terrestre da América Latina, que permitiu a instalação de acampamentos em frente aos quartéis militares durante meses em todo o Brasil.

Atualmente, o Exército do Brasil é a maior Força Terrestre da América Latina. De acordo com dados do Ministério da Defesa, o Brasil possui aproximadamente 223 mil militares no Exército, o que faz com que o poder de combate por terra seja o 10º do mundo em questão quantitativa.

Segundo as falas de Moraes, “houve inércia, houve omissão de se deixar acampamentos serem montados à frente dos quartéis pedindo intervenção, pedindo golpe. Isso é crime. E hoje ninguém mais pode dizer que não sabe disso, são crimes de incitação, de organização criminosa por estarem à frente dos quartéis”.

De acordo com a Folha de São Paulo, o ministro também criticou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de omissa ao citar o episódio no qual, no dia do segundo turno do pleito de 2022, ainda sob o governo do Presidente Jair Bolsonaro (PL), a corporação fez operações em rodovias.

Após um militar sofrer perseguição do Brasil, Israel emite nova ordem militar aos seus soldados

As Forças Armadas de Israel anunciaram novas regras de engajamento com a mídia para seus membros depois que um tribunal brasileiro ordenou uma investigação sobre alegações de crimes de guerra contra um soldado em visita ao país.

As diretrizes, anunciadas na quarta-feira, 8 de janeiro, exigem que os nomes e rostos da maioria de seus soldados, tanto da ativa quanto da reserva, sejam ocultados.

A decisão foi tomada depois que um ex-soldado israelense fugiu do Brasil na semana passada, depois que um tribunal do país sul-americano ordenou uma investigação sobre alegações de uma ONG pró-Palestina de que o soldado estaria envolvido em crimes de guerra em Gaza.

O soldado chegou de volta a Israel na quarta-feira. O canal israelense publicou uma entrevista em áudio com ele na qual ele disse que foi acusado de assassinar “milhares de crianças” em um documento de 500 páginas que continha uma foto dele uniformizado.

Quem está por trás da ONG? Qual a sua relação com o terrorismo?

No entanto, a Fundação Hind Rajab sediada na Bélgica, é uma das organizações antissemitas que recentemente atacou soldados de Israel com campanhas em massa e de divulgação de dados pessoais, baseando suas alegações em imagens publicadas pelos soldados em suas contas de mídia social. Quem está por trás desta fundação? E quais as suas ligações com o terrorismo?

O fundador é nada mais e nada menos que o libanês Dyab Abou Jahjah, um indivíduo com longa história de ativismo antissemita e apoiador do grupo terrorista Hezbollah, inclusive afirmou no passado ter recebido “treinamento militar” do grupo.

Após a eliminação do chefe do Hezbollah, Hassan Nasrallah, em setembro, Jhajah fez seu elogio em uma publicação no X/Twitter, acrescentando que o conheceu em 2001. Em 7 de outubro de 2023, dia do atentado contra Israel, o fundador postou sobre o massacre perpetrado pelo Hamas justificando o ato como defesa dos refugiados.

O militar israelense perseguido pela justiça brasileira foi um sobrevivente do ataque do Hamas ao festival Nova, no qual terroristas do Hamas tiraram a vida de cerca de 1.200 pessoas, a maioria civis inocentes, e fizeram 251 reféns, iniciando a guerra em andamento em Gaza.

Gilmar propõe inelegibilidade para militares na política!

Durante o evento em memória aos atos de vandalismo de 8 de janeiro de 2023 na Praça dos Três Poderes em Brasília, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, declarou a ideia da inelegibilidade para militares na política.

Segundo o decano, a proposta de limitar o acesso ao meio político deve valer para ocupantes de certos cargos públicos, como delegados, juízes, policiais e promotores e outros quadros da Administração Pública que, para Gilmar Mendes, não possam ser usados para “fins políticos”.

Alexandre de Moraes dá ultimato: “Redes sociais só continuarão a operar se seguirem legislação!”

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, afirmou na quarta-feira, 8 de janeiro, que as redes sociais “só continuarão a operar se respeitarem a legislação brasileira”.

A declaração foi feita durante o evento em memória aos atos de vandalismo contra a praça dos Três Poderes em Brasília em 8 de janeiro de 2023.

As falas de Moraes acontecem após Mark Zuckerberg, CEO da META, citar censura de “tribunais secretos” em indireta ao STF durante anúncio de mudanças técnicas na empresa META.

Mark Zuckerberg anunciou o fim da checagem de fatos nas redes sociais administradas pela empresa, como o Facebook, o Instagram e o Whatsapp.

A ferramenta será substituída por “notas da comunidade”, livre a todos os usuários e que passa por um crivo de amplas avaliações sem a necessidade de censurar ou banir os perfis, mesmo diante de uma informação incorreta que o ativistas dizem ser desinformação ou “fake news”.

De acordo com o Ministro Moraes, “aqui é uma terra que tem lei. As redes sociais não são terra sem lei. No Brasil, só continuarão a operar se respeitarem a legislação brasileira, independentemente de bravatas de dirigentes das big techs”.

Até então, Mark Zuckerberg adotava uma postura de apoio aos atos de censuras em todo o mundo, no entanto, a vitória de Donald Trumpo e a cartada de Elon Musk que comprou o antigo Twitter trouxe ao público a verdade dos fatos diante de provas incontestáveis do uso da tirania política e judiciária para cometer atos antidemocráticos contra cidadãos comuns e políticos, a postura do executivo mudou.

Mark Zuckerberg cita censura de “tribunais secretos” em indireta ao STF durante anúncio de mudanças técnicas na META

O CEO e fundador da Meta, antigo conglomerado Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou na terça-feira (7) o fim do sistema de checagem de fatos no Facebook e no Instagram, citando preocupações com a censura excessiva.

De acordo com matéria na Gazeta do Povo, durante o pronunciamento, Mark Zuckerberg afirmou que países da América Latina mantêm “tribunais secretos” que ordenam a remoção de conteúdo nas redes sociais de maneira discreta, uma clara indireta às recentes ordens judiciais envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e suas decisões sobre plataformas digitais.

Tudo indica que não haverá o encerramento das avaliações das plataformas, pelo contrário, elas permanecerão, mas a estrutura técnica será reformulada para evitar censura de perfis que tenham se manifestado e exposto o livre pensamento.

Como será o novo processo técnico de checagem das plataformas?

Zuckerberg destacou que a Meta substituirá os verificadores de fatos por um sistema de notas da comunidade, semelhante ao modelo adotado por Elon Musk no X.

Segundo o executivo, “os verificadores de fatos têm sido politicamente tendenciosos demais e destruíram mais confiança do que criaram, especialmente nos EUA. Então, nos próximos meses, vamos implementar gradualmente um sistema mais abrangente de notas da comunidade”.

As falas de Zuckerberg faz relações com o programa do STF para combater a desinformação em junho de 2024, juntamente com outras cinco grandes plataformas, incluindo Youtube, Google e TikTok.

O que diz o STF sobre essa decisão?

O ministro Alexandre de Moraes afirmou na quarta-feira (8) que as redes sociais “só continuarão a operar se respeitarem a legislação brasileira”. A declaração foi feita durante roda de conversa em memória ao vandalismo de 8 de janeiro de 2023 que ocorreu em Brasília.

EUA anunciam novo pacote de armas para a Ucrânia na véspera da reunião dos aliados na Alemanha

Os Estados Unidos devem anunciar US$ 500 milhões em ajuda militar para a Ucrânia na quinta-feira, em uma reunião final das conferências de promessas de armas do presidente Joe Biden, reuniões que Kiev diz terem sido cruciais para sua defesa contra a Rússia.

O Grupo de Contato de Defesa da Ucrânia (UDCG), composto por cerca de 50 aliados que geralmente se reúnem a cada poucos meses na Base Aérea de Ramstein, na Alemanha, foi criado em 2022 pelo Secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, para acelerar e sincronizar a entrega de armas a Kiev.

O futuro do grupo não está claro, já que o presidente eleito Donald Trump deve assumir o cargo em 20 de janeiro. Conselheiros de Trump apresentaram propostas para acabar com a guerra na Ucrânia, o que cederia grandes partes do país para a Rússia no futuro próximo.

Washington comprometeu mais de US$ 63,5 bilhões em assistência de segurança à Ucrânia desde a invasão da Rússia, e os US$ 500 milhões adicionais podem ser anunciados ainda nesta quarta-feira, disse uma autoridade dos EUA, falando sob condição de anonimato.

Na quinta-feira, os líderes da defesa se reunirão na Base Aérea de Ramstein para a 25ª reunião da UDCG.

“Não estamos encerrando o grupo. A próxima administração é completamente bem-vinda e encorajada… a assumir o manto deste forte grupo de 50 países e continuar a conduzi-lo e liderá-lo”, disse um alto funcionário da defesa dos EUA, falando sob condição de anonimato.

“Acredito que isso vai perdurar de alguma forma, de alguma forma, no futuro, independentemente de como o próximo time fizer ou não”, disse a autoridade.
Trump terá alguns bilhões de dólares em dinheiro apropriado que poderá usar para as necessidades militares da Ucrânia quando assumir o cargo.

A autoridade acrescentou que a reunião de quinta-feira buscaria endossar roteiros para as necessidades e objetivos militares da Ucrânia até 2027.
Mais de 12.300 civis foram mortos na guerra da Ucrânia desde que a Rússia invadiu o país há quase três anos, informou a ONU, observando um aumento nas vítimas devido ao uso de drones, mísseis de longo alcance e bombas planadoras.

A Ucrânia disse na terça-feira que suas forças estavam “iniciando novas ações ofensivas” na região ocidental de Kursk, na Rússia.

A Ucrânia conquistou parte da região de Kursk em uma incursão surpresa em agosto passado e manteve território ali por cinco meses, apesar de perder algum terreno.

A aparente escalada nos combates na região de Kursk ocorre em um momento crítico para a Ucrânia, cujas tropas, em menor número e menos armadas, estão lutando para repelir os avanços russos no leste.

EUA alertam que Coreia do Norte está se preparando melhor para a guerra

Os Estados Unidos alertaram nesta quarta-feira que a Coreia do Norte (RPDC) está se beneficiando de suas tropas lutando ao lado da Rússia contra a Ucrânia, ganhando experiência que torna Pyongyang “mais capaz de travar uma guerra contra seus vizinhos”.

A Rússia estreitou laços diplomáticos e militares com a Coreia do Norte desde que Moscou invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022.

Mais de 12.000 soldados norte-coreanos estão na Rússia e no mês passado começaram a lutar contra forças ucranianas na região russa de Kursk, disse a vice-embaixadora dos EUA na ONU, Dorothy Camille Shea, ao Conselho de Segurança das Nações Unidas.

“A RPDC está se beneficiando significativamente ao receber equipamento militar, tecnologia e experiência russos, o que a torna mais capaz de travar guerras contra seus vizinhos”, disse Shea ao conselho de 15 membros, que se reuniu na segunda-feira para testar um novo míssil balístico hipersônico de alcance intermediário, segundo Pyongyang .

“Por sua vez, a RPDC provavelmente estará ansiosa para alavancar essas melhorias para promover vendas de armas e contratos de treinamento militar globalmente”, disse ela.

O embaixador da Coreia do Norte na ONU, Kim Song, justificou o teste de míssil de segunda-feira como parte de um plano para melhorar as capacidades de defesa do país. Ele acusou os Estados Unidos de padrões duplos.

“Quando o número de civis mortos ultrapassou 45.000 em Gaza, os Estados Unidos embelezaram a nefasta atrocidade de matança em massa de Israel como o direito à autodefesa… Enquanto isso, eles questionam o exercício legítimo do direito à autodefesa da RPDC”, disse Kim ao Conselho de Segurança.

O embaixador russo na ONU, Vassily Nebenzia, repetiu a acusação de longa data de Moscou de que os EUA, a Coreia do Sul e o Japão provocam a Coreia do Norte com exercícios militares. Ele também rejeitou como “totalmente infundada” uma alegação dos EUA de que a Rússia pretende compartilhar tecnologia de satélite e espacial com Pyongyang.

“Tais declarações são o exemplo mais recente de conjecturas infundadas que visam difamar a cooperação bilateral entre a Federação Russa e a nação amiga da RPDC”, disse Nebenzia, que também parabenizou o líder norte-coreano Kim Jong Un por seu aniversário na quarta-feira.

O embaixador da Coreia do Sul na ONU, Joonkook Hwang, disse ao conselho que os soldados da Coreia do Norte eram “essencialmente escravos de Kim Jong Un, submetidos a uma lavagem cerebral para sacrificar suas vidas em campos de batalha distantes para arrecadar dinheiro para seu regime e garantir tecnologia militar avançada da Rússia”.

A Coreia do Norte está sob sanções da ONU desde 2006, e as medidas foram constantemente reforçadas ao longo dos anos com o objetivo de deter o desenvolvimento de armas nucleares e mísseis balísticos de Pyongyang. A Rússia tem poder de veto no órgão de 15 membros, então qualquer ação adicional do conselho é improvável.

“Não voltarei ao Brasil novamente!”, diz soldado israelense que escapou da perseguição judicial no Brasil

O soldado israelense que foi forçado a fugir do Brasil depois que o Tribunal Federal do país ordenou que a Polícia Federal abrisse uma investigação de crimes de guerra contra ele retornou a Israel, de acordo com relatos da mídia hebraica.

O soldado, que foi nomeado como Yuval Vagdani, desembarcou em Israel na quarta-feira de manhã após ser forçado a terminar às pressas suas férias no Brasil . Ele falou com a emissora Kan sobre sua provação após desembarcar.

“Acordei de manhã, abri o telefone e de repente vi oito chamadas, o Ministério das Relações Exteriores, meus irmãos, minha mãe, cônsules”, ele disse a Kan. “Eu sabia que algo estava acontecendo.”

Vagdani disse que estava no Brasil para sua “viagem dos sonhos” após uma longa passagem pela reserva e que havia planejado a viagem por mais de quatro anos.

Ser forçado a fugir do Brasil “foi como levar uma bala no coração”, disse ele.

De acordo com o Canal 12, Vagdani foi “contrabandeado” para a Argentina com a ajuda do Ministério das Relações Exteriores, e de lá conseguiu voar para Miami e depois para Israel.

Ao chegar ao Aeroporto Ben Gurion, Vagdani disse ao Canal 12 que aprendeu com seus erros e não iria postar vídeos de Gaza. “Não voltarei ao Brasil novamente”, acrescentou.

O Itamaraty informou no último domingo, 5 de janeiro, que o ministro das Relações Exteriores, Gideon Sa’ar, ordenou que o Setor Consular do ministério e a embaixada no Brasil contatassem o homem e sua família, e eles “o acompanharam durante todo o evento até sua rápida e segura partida do Brasil”.

A queixa ao tribunal brasileiro teria sido apresentada pela Hind Rajab Foundation, que leva o nome de uma menina de 6 anos que foi morta em Gaza. A morte dela foi atribuída à IDF, mas uma investigação inicial conduzida pelo exército disse que não havia tropas na área no momento.

A organização identifica os soldados da IDF por meio do conteúdo de mídia social que eles publicam sobre suas operações em Gaza e, então, alerta as autoridades locais quando eles viajam para o exterior na tentativa de prendê-los e processá-los por crimes de guerra.

Seu feed no X está cheio de soldados que ele identificou por nome e foto e os locais para onde eles viajaram.