O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, se reuniram nesta quinta-feira (24) no Salão Oval da Casa Branca, em Washington.
O encontro faz parte da visita oficial de três dias de Xi aos Estados Unidos e ocorre em um momento de forte competição entre as duas maiores economias do mundo. Entre os principais assuntos previstos estão comércio, inteligência artificial, Taiwan e a guerra envolvendo o Irã.
Em demonstração de força e recepção, o presidente Donald Trump posicionou uma poderosa frota de caças de combate com F-16 e F-22 Raptor na pista da base aérea de Andrews, onde o avião presidencial de Xi Jinping pousou para o tão aguardado encontro das duas lideranças mais… pic.twitter.com/8Js21QECbP
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A reunião foi precedida por uma cerimônia militar de grande porte na Casa Branca, com participação de centenas de militares americanos, apresentações de unidades das Forças Armadas e sobrevoo de aeronaves.
A própria Casa Branca havia anunciado que a recepção incluiria uma cerimônia de Estado e um sobrevoo de um B-2 Spirit acompanhado por quatro F-22 Raptors.
Apesar do clima de aproximação, os temas discutidos são complexos. Washington e Pequim continuam divergindo sobre tarifas, tecnologia, minerais estratégicos e Taiwan, enquanto a atual trégua comercial entre os dois países tem prazo para terminar em novembro.
A inteligência artificial também ganhou destaque: Trump e Xi afirmaram a importância de manter o desenvolvimento da tecnologia sob controle humano e ampliar a comunicação entre os dois países.
.@POTUS: “We had a great meeting — and he has a great interest in granite. He likes granite. He’s an expert on stone, aside from many other things, and he loves good granite.” 🤣 https://t.co/2TPTIBEJFw pic.twitter.com/8d2wgy1097
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Trump afirmou ter construído uma “grande e verdadeira amizade” com Xi, enquanto o líder chinês defendeu maior cooperação e diálogo entre as duas potências. Esta é a primeira visita de Xi a Washington desde 2015, transformando o encontro em um dos principais eventos diplomáticos do ano para a relação entre Estados Unidos e China.
Apesar das imagens de proximidade e da grande cerimônia, ainda não está claro se a reunião produzirá acordos concretos sobre os principais pontos de conflito. A desconfiança acumulada entre Washington e Pequim dificulta avanços significativos, especialmente em áreas estratégicas como tecnologia, comércio e segurança.
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