Homem ferido em atentado contra Donald Trump morre devido a complicações dos ferimentos!

James Copenhaver, um dos dois espectadores gravemente feridos durante a tentativa de assassinato de Donald Trump em julho de 2024, morreu aos 76 anos. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 24 de setembro de 2026, por familiares e confirmada por diferentes veículos americanos.

Copenhaver estava no comício realizado em Butler, na Pensilvânia, quando o atirador Thomas Matthew Crooks abriu fogo contra Trump. Copenhaver foi atingido duas vezes, uma no braço e outra no abdômen, e precisou passar por tratamento e cirurgias. Segundo relatos recentes, ele continuava convivendo com consequências permanentes dos ferimentos, inclusive fragmentos de projéteis que permaneceram em seu corpo.

O atentado de Butler

O ataque ocorreu em 13 de julho de 2024. Thomas Matthew Crooks disparou contra o então candidato republicano durante um comício ao ar livre. Trump foi atingido de raspão na orelha, enquanto três pessoas da plateia foram baleadas.

IMPRESSIONANTE!! Imagens mostrando a reação da equipe de contra-atiradores do Serviço Secreto dos EUA que eliminou o atirador, o momento em que os tiros soaram no comício da campanha Trump em Butler, Pensilvânia.

Corey Comperatore, de 50 anos, morreu no local. David Dutch e James Copenhaver ficaram gravemente feridos. O atirador foi morto por um agente de contra-atiradores do Serviço Secreto pouco depois de iniciar os disparos.

Copenhaver chegou a receber alta hospitalar ainda em julho de 2024 e iniciou um longo processo de recuperação. Na época, imagens feitas por ele próprio mostraram uma pessoa se movimentando no telhado de onde Crooks posteriormente efetuaria os disparos.

A morte ocorre mais de dois anos depois do atentado

A informação sobre a causa exata da morte ainda não está completamente esclarecida. A Fox News informou que Copenhaver morreu após complicações relacionadas aos ferimentos, mas autoridades locais disseram que a causa oficial ainda não havia sido divulgada.

Relatos apontam que ele continuava enfrentando problemas decorrentes do episódio, mas a causa médica definitiva ainda depende de confirmação.

Trump e Xi Jinping se encontram na Casa Branca em reunião marcada por comércio, IA e tensões geopolíticas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, se reuniram nesta quinta-feira (24) no Salão Oval da Casa Branca, em Washington.

O encontro faz parte da visita oficial de três dias de Xi aos Estados Unidos e ocorre em um momento de forte competição entre as duas maiores economias do mundo. Entre os principais assuntos previstos estão comércio, inteligência artificial, Taiwan e a guerra envolvendo o Irã.

A reunião foi precedida por uma cerimônia militar de grande porte na Casa Branca, com participação de centenas de militares americanos, apresentações de unidades das Forças Armadas e sobrevoo de aeronaves.

A própria Casa Branca havia anunciado que a recepção incluiria uma cerimônia de Estado e um sobrevoo de um B-2 Spirit acompanhado por quatro F-22 Raptors.

Apesar do clima de aproximação, os temas discutidos são complexos. Washington e Pequim continuam divergindo sobre tarifas, tecnologia, minerais estratégicos e Taiwan, enquanto a atual trégua comercial entre os dois países tem prazo para terminar em novembro.

A inteligência artificial também ganhou destaque: Trump e Xi afirmaram a importância de manter o desenvolvimento da tecnologia sob controle humano e ampliar a comunicação entre os dois países.

Trump afirmou ter construído uma “grande e verdadeira amizade” com Xi, enquanto o líder chinês defendeu maior cooperação e diálogo entre as duas potências. Esta é a primeira visita de Xi a Washington desde 2015, transformando o encontro em um dos principais eventos diplomáticos do ano para a relação entre Estados Unidos e China.

Apesar das imagens de proximidade e da grande cerimônia, ainda não está claro se a reunião produzirá acordos concretos sobre os principais pontos de conflito. A desconfiança acumulada entre Washington e Pequim dificulta avanços significativos, especialmente em áreas estratégicas como tecnologia, comércio e segurança.