A tarifa de 25% sobre as importações de aço e alumínio do Brasil imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em vigor na quarta-feira, 12 de março, uma medida que abrange todos os países que negociam esses produtos com os americanos, incluindo Canadá e Coreia do Sul.
O presidente Lula não gostou das ações e passou a criticar a Administração Americana, e chegou até mandar recado para Donald Trump durante discurso em Minas Gerais.
“Não adianta o Trump ficar gritando de lá, porque eu aprendi a não ter medo de cara feia. Fale manso comigo, fale com respeito comigo, que eu aprendi a respeitar as pessoas e quero ser respeitado. É assim que a gente vai governar esse país”, declarou o presidente Lula.
Porém, menos de três dias após a crítica, o vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o diálogo antes de recorrer à reciprocidade como já fizeram a União Europeia e o Canadá, classificando a decisão de Trump de “equivocada”.
Trump adotou uma política externa mais agressiva após assumir o comando dos Estados Unidos, ameaçando invasões do Canadá, Groenlândia e Panamá, e aumentado as tarifas de importação.
Trump também ameaçou taxar países do Brics, inclusive o Brasil, caso o bloco avance no seu objetivo de criar mecanismos para negociar internamente sem o uso do dólar, algo que o Brasil já se comprometeu a fazer, como presidente do bloco neste ano.
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Uma resposta para “Governo Lula volta atrás, e Alckmin defende diálogo com Donald Trump sobre taxação do aço”
UÉ CADÊ O MACHUCADO ANÃO DIPLOMÁTICO QUE ESTAVA PEITANDO O PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS??? BOTOU O RABO ENTRE AS PERNAS NÉ ?
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