De acordo com reportagem publicada pela Revista Oeste, o governo dos Estados Unidos estuda a possibilidade de retirar as sanções impostas pela Lei Magnitsky ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e à sua esposa, Viviane Barci de Moraes.
Conforme fontes do governo americano citadas pela revista, o pedido de revogação já chegou à Casa Branca e está sendo analisado.
A suspensão das medidas punitivas estaria condicionada à assinatura de um acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. As contrapartidas em discussão incluem:
-a autorização para empresas norte-americanas explorarem reservas brasileiras de terras raras;
-o fim das restrições e censura impostas às redes sociais;
-a revogação de tributos aplicados às grandes empresas de tecnologia;
-maior cooperação do Brasil com os EUA no combate ao crime organizado;
-e o encerramento de toda parceria brasileira com a China no segmento de satélites: beneficiaria diretamente a Starlink, de Elon Musk.
Ainda segundo a Revista Oeste, o canal de diálogo entre Washington e Brasília tem sido conduzido pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. Nos últimos meses, eles viajaram repetidas vezes aos Estados Unidos, onde se reuniram com Donald Trump.
A partir desses contatos, os empresários atuaram como intermediários no mais recente diálogo entre Trump e Lula, realizado na Malásia.
Descubra mais sobre Área Militar
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.



Uma resposta para “EUA avaliam revogar Lei Magnitsky contra Moraes e a mulher, segundo informações da Revista Oeste”
1)Quanto às terras raras, beleza, alguém tem que explorar, desde que não seja um acordo lesivo como os que eram feitos pelo Bostonaro, onde o Brasil entra com o cool e os estadunidenses com as bolas .. Pode ser feito um bom acordo, com reserva significativa desses minérios ao Brasil, transferência de tecnologia na fabricação de chips e participação de cientistas brasileiros nos processos das terras raras.
2)Quanto à maior cooperação contra o crime organizado, também não vejo nada demais, desde que não envolva presença no Brasil de espiões das agência de espionagem estadunidenses nem nenhum escritório da CIA no Brasil
3)Quanto ao resto, é piada. Tem que mandar tomar no cool !
Os comentários estão desativados.