O chefe da Organização Mundial da Saúde pediu aos líderes globais que pressionem Washington para reverter a decisão do presidente Donald Trump de se retirar da agência de saúde da ONU, insistindo em uma reunião a portas fechadas com diplomatas na semana passada que os EUA perderão informações cruciais sobre surtos globais de doenças.
Mas os países também pressionaram a OMS em uma reunião-chave de orçamento na quarta-feira passada sobre como ela poderia lidar com a saída de seu maior doador. Um enviado alemão, Bjorn Kummel, alertou: “O telhado está pegando fogo, e precisamos parar o fogo o mais rápido possível.”
Para 2024-2025 , os EUA são de longe o maior doador da OMS, investindo cerca de US$ 988 milhões, cerca de 14% do orçamento de US$ 6,9 bilhões da OMS, já a China não está nem entre os 9 maiores doadores, sendo que possui a segunda maior população e riqueza do mundo.
Desde a ordem executiva de Trump, a OMS tentou retirar fundos dos EUA para despesas passadas, disse Kyriacou, mas a maioria deles “não foi aceita”.
Os EUA também ainda precisam liquidar suas contribuições devidas à OMS para 2024, levando a agência a um déficit, acrescentou.
O conselho executivo da OMS, composto por 34 enviados de alto nível, incluindo muitos ministros da saúde nacionais, deve discutir questões orçamentárias durante sua última sessão, que começa na segunda-feira e deve durar até 11 de fevereiro.
Descubra mais sobre Área Militar
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.